17 de fevereiro de 2026

Hospital Paulista faz alerta no Dia Mundial da Voz

No próximo dia 16 de abril é comemorado o Dia Mundial da Voz e o Hospital Paulista conscientiza as pessoas sobre a importância de utilizar a voz corretamente para evitar problemas futuros, que podem chegar ao câncer de laringe.

A voz é o som básico produzido pela laringe, por meio da vibração das cordas vocais, e se há algum distúrbio o indivíduo pode se apresentar clinicamente com a voz alterada, comprometendo sua fala e comunicação.

Segundo o Professor Dr. Domingos Hiroshi Tsuj, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, “normalmente as pessoas só prestam atenção na saúde vocal quando apresentam alguma alteração na qualidade da voz, e acabam fazendo uso de mel, gengibre, xarope ou balas para aliviar os sintomas, mas não é o recomendável”.

O médico explica que essas receitas caseiras apenas mascaram o real problema e que a melhor forma para cuidar da voz é a prevenção. “Principalmente no caso de profissionais que usam a voz como instrumento de trabalho, a medida correta é fazer avaliações periódicas com especialista”, comenta.

Um outro problema que provoca a dificuldade na emissão vocal, impedindo a produção natural da voz é a disfonia, que se manifesta de várias formas como, por exemplo: dificuldade em manter a voz, cansaço ao falar, rouquidão, falta de volume e projeção, perda da eficiência vocal e pouca resistência ao falar. Para o Dr. Hiroshi, “o diagnóstico precoce feito por um especialista é fundamental para um tratamento adequado e menos agressivo”.

Algumas dicas simples de ações preventivas e fundamentais para manter a boa saúde da voz e que deveriam se tornar hábito das pessoas são ingerir bastante água durante o dia; evitar a automedicação e soluções caseiras, fazer repouso da voz após muito tempo de fala e manter uma postura correta da cabeça e do corpo durante a fala.

Para finalizar, o Dr. Hiroshi adverte que é preciso ficar atento às variações da voz. “Por exemplo, a rouquidão provocada por gripe ou resfriado pode ser tratada por um clínico geral. No entanto, se ela persistir por mais de duas semanas ou se não tiver uma causa evidente, é recomendável procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação mais precisa”.

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