A equipe de Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão
incentiva a diminuição do índice de obesidade
Com a economia em alta e o brasileiro consumindo cada vez mais, até a sua alimentação mudou. O tradicional arroz e feijão está sendo substituído por “guloseimas” industrializadas que, em geral, não são saudáveis para a saúde. Segundo recente pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, cerca de 48% da população brasileira está obesa.
Além de carregar o peso, frequentemente, o individuo carrega a culpa e a responsabilidade por sua obesidade. Contudo, a doença não tem nenhuma relação com a falta de vontade. Alguns problemas emocionais, como depressão, ansiedade e estresse, podem levar ao aumento de peso ou impedir o emagrecimento.
Atentas a este índice, as organizações estão, ao longo dos anos, adotando programas de qualidade de vida, como os da Medicina Preventiva do Sepaco Autogesão, por acreditar que esse trabalho beneficia tanto a corporação como seus colaboradores. “Por um lado, os funcionários se sentem valorizados por saber que a empresa se interessa pela sua saúde física e mental. E, pelo outro, a instituição ganha pessoas mais confiantes, mais felizes e mais produtivas”, explica Francine Branco, coordenadora de programas de Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão.
“Levamos orientação, auxiliamos psicologicamente as pessoas e, criamos atividades que ajudam a minimizar, ou até mesmo, eliminar doenças”, destaca. Por isso, os programas de Medicina Preventiva do Sepaco Autogestão recebem um número cada vez maior de empresas interessadas na ação.
Para Francine, o programa também é grande oportunidade para os colaboradores dessas companhias. “Eles tem de aproveitar a chance que a instituição oferece para saber como está a sua saúde e, acima de tudo, cuidar dela com a devida atenção que ela merece”.
