17 de fevereiro de 2026

Disoft é homenageada pelo seu engajamento social

A Disoft, empresa brasileira especializada em produtos e serviços na área de Tecnologia da Informação, foi homenageada pela ONG Um Teto para meu País pelo trabalho social realizado ao longo de três anos de parceria com a Organização, que conta com recursos de empresas privadas para financiar a construção de casas emergenciais em comunidades carentes da capital e Grande São Paulo. Com o apoio da Disoft já foram construídas 20 casas para famílias carentes.

No último dia 20, a ONG realizou um evento para comemorar a construção de 518 moradias em 2011 com o apoio das empresas parceiras. “O financiamento das empresas é o que torna nosso trabalho possível. Mais do que patrocinadores queremos manter uma relação de parceria com essas organizações. Para erradicar a extrema pobreza precisamos do envolvimento de todos os setores da sociedade” afirma Luciano Coelho, diretor comercial da ONG. Este ano a organização almeja construir 1073 moradias de emergência e expandir o projeto para outros estados, como o Rio de Janeiro.

Em 2012 a Disoft irá continuar com a parceria, patrocinando a construção de mais oito casas. Vera Menezes, responsável pela área de Cidadania da Disoft, explica que este projeto é de extrema importância, pois contribui com a mudança do olhar de cada colaborador. “Cada colaborador voluntário consegue ver um significado maior em sua vida, e o quanto a sua participação pode fazer diferença para o mundo em que vive. E este propósito se alinha com o nosso posicionamento de mercado, como empresa progressista que busca resultados através do sistema humano”.

Além do patrocínio e da mobilização de grupos voluntários para as construções, a empresa também realiza outras atividades com a ONG como apoio na divulgação e busca de patrocínio para eventos. “Esperamos poder envolver nossos parceiros, fornecedores e clientes nessa causa. Além de ajudar a quem precisa essas ações também são importantes para integrar a equipe, que se dispõe a construir as casas com as próprias mãos”, afirma Menezes.

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