Dos principais produtos, os notebooks tiveram uma queda considerável na ilegalidade, passando de 23% para 5%. No entanto, os tablets subiram de 5% para 27%
Além do crescimento de 7,6% no faturamento do mercado de distribuição de TI em 2011 em relação ao período anterior, o setor tem mais um grande motivo para comemorar, já que houve uma significativa queda percentual de ilegalidade para quase todos os produtos de informática no ano.
Quem revela esses dados é a 2ª Pesquisa do Setor, Salarial e Censo de Revendas da Abradisti, Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação, encomendada a IT Data.
Dentre os principais produtos, os notebooks tiveram uma queda na ilegalidade de 23% para 5%. Já os projetores, caíram de 48% para 8%.
Além disso, produtos de redes e componentes caíram de 5% para 2% e 12% para 4%. Já os tablets subiram de 5% para 27%.
“O mercado ilegal está colocando foco em outros produtos que possibilitam melhores margens, como bolsas, óculos, perfumes etc. Dentro da área de eletrônicos, a preferência tem sido por smartphones, tablets e console de games, que tende a reduzir com a produção local”, afirma Mariano Gordinho, presidente da Abradisti.
Ainda de acordo com a pesquisa, cerca de 90% desses produtos ilegais que entram no país vem diretamente do Paraguai.
